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O PRINCÍPIO ESPERANÇA EM ERNST BLOCH

PORQUE A ESPERANÇA DEVE SER ATIVA E REVOLUCIONÁRIA!

  • Começou em: 7 de mai.
  • 250 Reais brasileiros
  • São Paulo

Descrição do serviço

Vagas sociais: https://forms.gle/a9xd9WHxJuwBK17B8 Crise econômica, social e espiritual. Pandemia, guerra e fascismo. Colapso climático e fim dos recursos energéticos. Dizer esperança parece uma indecência. A esperança é mal vista pelos homens supostamente lúcidos. Pelos que se baseiam nos parâmetros de uma realidade matematizada através da estatística, dos censos e da dinâmica no mercado eleitoral. There is no alternative. Adapte-se. Reinvente-se. Recrie-se. Tudo no interior do mesmo pois é o que dá. Os tempos são difíceis. Pelo menos, temos isso em comum com Ernst Bloch. Ele foi testemunha da caça de judeus nos guetos de Varsóvia, acompanhou a expansão do nazismo organizada, sobretudo, pela inflação e pelo desemprego, soube que a socialdemocracia entregou Rosa Luxemburgo aos seus carrascos. Mesmo diante de tudo isso, cujo ápice foi a detonação de uma arma inédita em capacidade de destruição em massa, conclamou a esperança. Bloch foi daqueles que diante da barbárie, fez uso do pensamento crítico e afirmou: “o que existe não pode ser a verdade!” Do que essa afirmação trata? Trata de descolonizar a imaginação, não se apegar aos limites do dado bruto, para assim organizar a construção do novo. A esperança de Bloch é justamente essa negação à violência. Negação da brutalidade e da barbárie postas. É um não à violência que busca uma saída colocando o sonho como produção da verdade e busca de um futuro diferente. O presente curso almeja se debruçar nessa esperança. Por ser uma proposta de curto prazo, nele se pretende dar um panorama geral para que o leitor adentre a obra de Bloch. Assim, é dividido em cinco partes que pretendem orientar o leitor sobre; 1) uma introdução à leitura de Bloch; 2) o lugar de produção crítica e sua aproximação da psicanálise; 3) a relação entre o pensamento hegelo-marxista e freudiano; 4) a esperança como um leitmotiv que organiza o sentido histórico e; 5) a consciência antecipadora. Aulas: 1 – Viver é melhor que sonhar? Será? Sonhar acordado Sonhar e aprender a sonhar O desejo maduro 2– Do hegelianismo a Freud Os anos de formação de Ernst Bloch Um literato Amizades desfeitas 3 – De volta à esperança A consciência antecipadora Psicanálise e literatura Aprender a desejar 4 – O desejo no espelho O sonho pode ser uma merda também! O desejo ridículo O desejo de querer ser enganado 5 – Para quem está confortável é cômodo não ter esperança Ernst Bloch e o tempo do fim Bloch nos trópicos Sejamos realistas!

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